App brasileiro ajuda
alunos com deficiência a se comunicarem na escola
Por Carlos Willian Barbosa Delgado, RU
1945109
Polo – Barcarena
Data 15/09/2017
Fonte:
ottavocircolomodena.gov.it
O Aplicativo foi
criado por Carlos Edmar Pereira. O App tem beneficiado pessoas como o menino
Emanuel em sua casa e principalmente em sua escola em Capão Bonito (SP) e
Jhonatan Lins, 18 anos. O Livox, um software para tablets Android permite que
pessoas com deficiência interajam e aprendam.
Lançado em 2011 o aplicativo
ganhou uma competição internacional de start-ups nos EUA que foi realizada em
06 de Junho de 2015 pela Microsoft além de ser aclamada pelo Google, ONU e BID
(Banco Interamericano de Desenvolvimento). Marina Gaya, consultora em segurança
operacional, usa o Livox para falar com seu filho Emanuel de 10 anos. Emanuel
nasceu prematuro e teve paralisia cerebral ao nascer.
“O App foi um divisor
de águas”, conta Marina. “ Hoje, ele consegue responder a todas as perguntas
feitas na sala e ele está na quarta série, em escola onde é o único aluno com
deficiência. Responde as perguntas de matemática, inglês, alemão”.
Emanuel é capaz de
absorver conhecimento, diz Gaya. “Ele tem a percepção perfeita, mas, antes
dessa ferramenta, não conseguia se expressar. Agora, quando ele pressiona uma
opção no App, ele fica muito alegre, porque cria voz”.
O Aplicativo é também
usado em Recife/PE na escola municipal do Engenho do Meio, desde 2014 por
Jhonatan Lins, 18 anos, aluno da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Jhonatan
não fala, mas entende o que escuta e compreende a Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS).
Ele está conseguindo
se comunicar em casa e na escola melhor do que antes depois que começou a usar
a ferramenta que foi instalada nos tablets que foram entregues às escolas que
atendem na educação especial.
O Jovem também
agradeceu o criador do App na palestra realizada na Escola de Formação e
Aperfeiçoamento de Educadores do Recife (Efaer).“Quero agradecer a Carlos por
ter feito todo mundo ouvir o que eu queria falar”, reproduzindo pelo próprio
aplicativo. Carlos, que tem uma filha com paralisia cerebral desenvolveu o
aplicativo a partir da necessidade de se comunicar com Clara Costa Pereira, 8
anos.
“Minha filha não fala
e não anda, mas tem a inteligência de uma criança da idade dela. Embora
Clarinha não consiga pegar num papel e num lápis, ela se alfabetizou usando o
Livox e faz contas de matemática com ele. Vocês tem que acreditar no filho de
vocês”.
A mãe do aluno
Jhonatan, Ginny Giuliana, contou as outras mães o quanto a ferramenta ajudou na
relação interpessoal dele com as pessoas. “Vocês vão ver o quanto é bom ver
nosso filho se desenvolvendo. É muito bom ver Jhonatan, que não conseguia nem
falar, consegue expressar, de alguma forma, o que ele sente. Gostaria de
agradecer mais uma vez a Carlos por ele não ter guardado esse aplicativo só pra
filha dele. E agradeço também à prefeitura por ter nos dado o tablet com esse
aplicativo, pois sabemos o quanto é caro e nós jamais teríamos condições de
compra um”.
A professora Djanice
Leonardo da Silva, da Creche-escola Ana Rosa Falcão, também recebeu o aplicativo
e disse já ter estudado sobre ele desde que soube que teria acesso ao App. “Com
o tempo de convivência, conseguimos estabelecer uma comunicação com esses
alunos que não falam, mas agora vai ser muito mais fácil. Estamos numa
expectativa muito grande pra começar a usar esses software. Temos certeza que
ele vai nos dar um suporte grande no desenvolvimento dos alunos que não falam”.
Ajamos com coerência
nas redes sociais; ha inúmeras cousas, que não devem ser abertas, curtidas,
comentadas e, nem se quer compartilhadas e, ainda outras, estas particulares e
da integração social, que nos cabem, de nunca serem postadas. Kabral Araujo.

Comentários
Postar um comentário